As Massas

Alguém duvida que devemos ensinar mais matemática e mais português para as crianças? Ou que deveriamos ensiná-las mais sobre Sócrates? Deixar claro o quê é Democracia desde de pequenininhos, para que quando cheguem a idade adulta não passem a ter fé no controle, na censura, na relativização de todos os valores? Tudo bem. Você sabe que não sou nenhum educador. Eu só peço que não julgue meu ponto de vista, por eu não querer me colocar no "lugar do outro". Detesto esse tipo de coisa. Aprendi com as coisas que leio que isso é puro obscurantismo. Sou dotado de razão, de autonomia da vontade (chique né? isso é um princípio contratual), e mais do que isso... Eu tenho um ponto de vista! E falo de boca cheia! Cultura das massas, cultura de periferia, subir ao morro para ser feliz, é um monte de balela mal criada que leva o indivíduo para o buraco, para as trevas da asneira e da marginalidade intelectual. Em suma, eu odeio tudo que vem do telecoteco, do mexe o traseiro, de Niterói, e de onde o respeito ainda não encontrou lugar.
Como um homem sensato, eu aceito cada um escutar o quê quiser. Escute funk. Samba. Pagode. Rebole. Fale obscenidades, e finja que sua voz produz uma melodia. Envergonhe os verdadeiros rappers, e brinque de fazer rimas com duplo sentido. Tudo bem! Eu aceito. A imbecilidade agrada mais do que muita coisa. Se isso faz bem aos seus ouvidos, calo-me e defendo o seu direito de escutar o que quiser. Só não me obrigue a escutar junto! Não me coloque no estandarte da chatisse, da caretisse, pois apenas não quero torturar meu cérebro com aquele tipo de som, esse gemido de dor musical, similar ao copular dos gatos.
A quem defenda tal cultura como algo a parte de nossa sociedade. Uma organização com seus próprios ídolos, símbolos, e pasmem, até leis próprias. A quem sustente isso. Com fervor! Afinal, roubar na favela não pode, fora dela tudo bem. Não é? Quantos de nós não escutamos tal asneira. O filme Tropa de Elite tem um ensinamento fervoroso, quando mostra que o traficante "deixa", e vejam o sentido de "deixar", que é permitir, que uma ONG se instale no morro. Qual é o motivo, segundos os maconheiros do curso de Direito, "consciência social". Tais pessoas são os famosos antropólogos, os sociólogos, e esse povinho retrogrado da ideologia "bom selvagem".
Você mesmo, meu querido amigo, já deve ter se indignado ao ver a polícia subir no território "deles". Isso é uma segregação separista de meia tigela. Não existe "eles". O povo da favela. Somos todos um só, não me identifico com eles jamais, mas eles estão sobre a luz da nação brasileira, a cultura deles é a minha, a minha Lei (sentido lato, norma, princípio, mandamento) é a mesma! Todo esse raciocínio em trazer a pobreza para ser sinônimo de virtude, de felicidade, do coitadismo do oprimido, transborda em programas sem pé nem cabeça como as quotas, quando não na própria aceitação da violência.
Os garotos não deviam aprender a batucar, deveriam antes aprender a ler, a pensar, a querer algo melhor do que segurar uma Avtomat Kalashnikova odraztzia 1947 goda. Gostaria que escutassem mais música, e menos gozo libidinoso, pervertido, e mais, totalmente contrário a qualidade mínima admitida por aqueles que... Pensam.
Como um homem sensato, eu aceito cada um escutar o quê quiser. Escute funk. Samba. Pagode. Rebole. Fale obscenidades, e finja que sua voz produz uma melodia. Envergonhe os verdadeiros rappers, e brinque de fazer rimas com duplo sentido. Tudo bem! Eu aceito. A imbecilidade agrada mais do que muita coisa. Se isso faz bem aos seus ouvidos, calo-me e defendo o seu direito de escutar o que quiser. Só não me obrigue a escutar junto! Não me coloque no estandarte da chatisse, da caretisse, pois apenas não quero torturar meu cérebro com aquele tipo de som, esse gemido de dor musical, similar ao copular dos gatos.
A quem defenda tal cultura como algo a parte de nossa sociedade. Uma organização com seus próprios ídolos, símbolos, e pasmem, até leis próprias. A quem sustente isso. Com fervor! Afinal, roubar na favela não pode, fora dela tudo bem. Não é? Quantos de nós não escutamos tal asneira. O filme Tropa de Elite tem um ensinamento fervoroso, quando mostra que o traficante "deixa", e vejam o sentido de "deixar", que é permitir, que uma ONG se instale no morro. Qual é o motivo, segundos os maconheiros do curso de Direito, "consciência social". Tais pessoas são os famosos antropólogos, os sociólogos, e esse povinho retrogrado da ideologia "bom selvagem".
Você mesmo, meu querido amigo, já deve ter se indignado ao ver a polícia subir no território "deles". Isso é uma segregação separista de meia tigela. Não existe "eles". O povo da favela. Somos todos um só, não me identifico com eles jamais, mas eles estão sobre a luz da nação brasileira, a cultura deles é a minha, a minha Lei (sentido lato, norma, princípio, mandamento) é a mesma! Todo esse raciocínio em trazer a pobreza para ser sinônimo de virtude, de felicidade, do coitadismo do oprimido, transborda em programas sem pé nem cabeça como as quotas, quando não na própria aceitação da violência.
Os garotos não deviam aprender a batucar, deveriam antes aprender a ler, a pensar, a querer algo melhor do que segurar uma Avtomat Kalashnikova odraztzia 1947 goda. Gostaria que escutassem mais música, e menos gozo libidinoso, pervertido, e mais, totalmente contrário a qualidade mínima admitida por aqueles que... Pensam.


5 Comments:
Não entendi qd vc fala que há quem sustente a cultura como parte da socidade. O que vc disse antes não foi justamente o contrário? Acredito que a sociedade se faz tb da soma das diversas culturas de seu povo, ainda mais no Brasil que é tão vasto em sua diversidade e composição.
bjinsss
Não, não, leia de novo.
A sociedade se faz sim, da soma das culturas, e da diversidade. Acontece que não há nenhuma cultura a parte das nossas leis, é o que defendem. A cultura dos morros é a nova segregação, entre "nós" e "eles". Isso sanciona uma pá de atrocidades que vemos hoje em dia, inclusive a idéia imbecil da "Luta de Classes".
Eu falo de quem sustenta, a separação, quando colocam o "Morro" um lugar a parte do nosso. Um ente independente, com características próprias que "o" permite ser o que é, e até, desrespeitar as leis.
Critico a idéia de ensinar olodum pra molecada e não um incentivar ler um bom livro.
hey baby... agradabilíssimo seu texto. Foge do padrao dos blogs inúteis que temos por aí aos montes...
by the way, so cute sua foto! tao bonitinho também pessoalmente?
kisses
“Cultura das massas, cultura de periferia, subir ao morro para ser feliz, é um monte de balela mal criada que leva o indivíduo para o buraco, para as trevas da asneira e da marginalidade intelectual”
Mal criada é a noção concepção de cultura, de linguagem, do que pode e o que não pode. Acredito que muito do que você fala esta cheio de preconceito.
Por que um criança não pode aprender a batucar, como forma de inserção e apresentação ao mundo da música? Acharia melhor um piano?Sim, adoro piano, mas, além de ser meio complicado o ensino de instrumentos ditos “eruditos” em ambientes como favelas, devemos lembrar que a maioria desses meninos que batem em “latas” é de descendência negra. E tenho certeza que o ensino de piano não seria a melhor maneira de valorizar uma descendência étnica.
Sobre o funk, admito que só algumas coisas me agradam. Sem deixar de reconhecer ali,como em outras expressões musicais, uma expressão do meio em que vivem. Quando a Tati Quebra Barraco canta que precisa quebrar o barraco, alguns enxergam apenas baixaria, eu procuro enxergar uma mulher, negra, fora dos padrões de moda, que canta com a liberdade de dizer que é livre é que os seus desejos são iguais aos dos homens.
No meu blog adoro debochar de tudo. Falaria que acho um porre esses meninos batucando latas, ou até mesmo o funk. Sem deixar de entender que aquilo também é cultura. Que aquilo também é linguagem.
Uma opnião.
Cada um no seu quadrado não é mesmo?
Até...
Ah meo, sei lá... Pode até ser preconceito, mas nada nesse mundo vai me fazer gostar de funk. O Funk quando eu tinha 10 anos de idade era outra coisa. Eu adorava Claudinho & Bochecha e outros que faziam letras bonitinhas. letras legais que marcaram minha infância. Mas hoje em dia não consigo nem gostar da batida. As letras são escrotas, concordo com você quando diz que isso é tortura. Também acho que essas crianças deveriam ler primeiro.
Migooo!
Estou dando um perdido aqui no trabalho SÓ pra te visitar ;)
Estou tentando ler seus textinhos GIGANTES!
uhauhauauha...
Adoro... Você escreve super bem. Gostei desse aqui, porque você separou um tema, é que você costuma sair de um assunto e entrar em outro sem avisar NINGUÉM!!
hahahaha
Fico perdidinha sem saber o que comentar ¬¬
Beijinhus *-*
p.s: fiquei feliz com aquilo de blogueira preferida tá? (:
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